Friday, February 02, 2007

Deley!

Rapaz, olhando agora a lista dos caras que entraram na mesa da Câmara com a eleição do Chinaglia acabei de ver como suplente ninguém mais, ninguém menos, que o Deley, ex-jogador do Fluminense! Isso foi só pra conquistar o apoio do Amiano!

Você achou isso ruim? Entre os suplentes do Senado tem um elemento chamado Papaléo Paes!

4 comments:

Amiano tá na área! said...

Ué, mas alguém acha isso ruim? Precisamos do casal vinte Washington e Assis nas duas vice'presidências, e o paraguaio Romerito (onde está meu dinheiro?) no controle do painel de votações!

Na Prática said...

Faltou o Paulo Vítor!

fabio said...

Caro na prática
Me perdoe esses assuntos menores, mas está ficando escandaloso.

Tereza Cruvinel, ontem no Globo:

"Fala fácil
O deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) declarou que a noite de Brasília é infestada por deputados, lobistas e prostitutas. Vinda de quem vem, a frase choca por sua carga de preconceito e generalização, que ofende todos os que freqüentam a noite na capital. Em relação às prostitutas, soa estranhíssimo porque Gabeira é também autor do polêmico projeto que regulamenta essa antiga e deprimente atividade, o que para muitos pode servir de estímulo à sua expansão. Para quem acaba de submeter-se a uma nova eleição, colhendo grande êxito, é também estranha a estigmatização da figura do deputado, como se a função tornasse desprezíveis todos os que a exercem. Já os lobistas, existem em Brasília e em qualquer outra arena de poder. Estamos mesmo no tempo do sucesso pela palavra fácil."

Parece que os deputados e as prostitutas cruzaram o caminho do Gabeira, que, dedo em riste, ordena-lhes que se desviem, pois caso contrário ele iniciará um movimento para retirá-los na marra.

Lamentável esse Gabeira. Como também é lamentável que você considere um fato negativo o nome Papaléu Paes.

Se me permite um comentário, me impressiona que algém com tanto interesse e seriedade pela "política grande" possa ser tão leviano e equivocado quando se trata da "política pequena".

Na Prática said...

Caro Fábio,

Lamento se os comentários lhe pareceram levianos, mas você está errado. Política é coisa séria, e seria errado, pro exemplo, tomar posição sobre uma guerra baseado em uma piada ou uma frase de efeito, mas não há grande mal em fazer piada com o nome do cara (que certamente, a essa altura da vida, já se acostumou com piadas sobre o nome dele, e que provavelmente contou com o nome diferente como recurso de propaganda eleitoral). E o humor político tem uma importante função, a de impedir que os governantes se levem a sério demais.