Thursday, June 09, 2005

Crise Econômica

Está impossível encontrar The Economist no Rio de Janeiro há quase um mês. Trata-se do maior golpe no pensamento econômico brasileiro desde que Keynes nasceu em outro país. Aparentemente, mudaram a distribuidora, e, segundo o meu fenomenal jornaleiro (o Pascoal), a nova distribuidora deve ser a Abril. Até lá, sugiro que ninguém mexa no dinheiro que está no banco, e que as autoridades permaneçam com as mãos onde possamos vê-las.

3 comments:

Japajato said...

Quáquáquá!!! Tô assistindo a oposição discursando...esse Álvaro Dias é muito cara de pau! Ele diz: "O governo prervaricou em relação à corrupção que sabia que existia..." e logo depois "Se nós, a oposição, não nos pronunciamos antes sobre a corrupção do governo atual é porque queremos um processo democrático tranqüilo...". Cara, essa foi demais.

fábio reis said...

Olá Celso
Mando aí um comentário sobre a crise:

A farsa

Tem gente dizendo que o Roberto Jefferson é o PC Farias do Lula. Não é. Ele é a Mônica Lewinski.
Imagine o salão oval do Palácio do Planalto. Lá, nos momentos de alta tensão, Lula e o companheiro Robertão se reuniam para fumar cigarrilha. Em uma dessas ocasiões, aproveitando o clima de intimidade, Jefferson (enquanto mama no governo) traz à tona o mensalão. Zé Dirceu, que passava pelo corredor, ao ouvir “mensalão” entra espavorido no salão e dá um murro na mesa. Lula assusta-se com o murro, e a reunião acaba repentinamente. Quando o deputado sai debaixo da mesa, não é possível deixar de notar o embaraço de todos os presentes.
Na despedida, brotam lágrimas dos olhos do presidente quando ele abraça fraternalmente o deputado e murmura em seu ouvido: “Foi sem querer. Ele entrou de repente e bateu na mesa... Eu assustei”.
O deputado Roberto Jefferson tentou engolir seco, mas ficou com aquilo travado na garganta. E passa seus dias gargarejando e jurando vingança, enquanto empunha febrilmente uma gravata manchada.
Dizem que o poder é excitante, e que sexo e poder sempre estarão relacionados. Mas a mistura pode ser perigosa: nos Estados Unidos, o caso Lewinsky fomentou o moralismo conservador e hipócrita que levou George Bush à vitória. No Brasil, espero não sermos levados pela mesma onda. Em todo caso, não seria muito pedir ao presidente que preservasse sua vida sexual afastada dos interesses do país.

Fábio Rocha Reis

fábio reis said...

Olá Celso
Mando aí um comentário sobre a crise:

A farsa

Tem gente dizendo que o Roberto Jefferson é o PC Farias do Lula. Não é. Ele é a Mônica Lewinski.
Imagine o salão oval do Palácio do Planalto. Lá, nos momentos de alta tensão, Lula e o companheiro Robertão se reuniam para fumar cigarrilha. Em uma dessas ocasiões, aproveitando o clima de intimidade, Jefferson (enquanto mama no governo) traz à tona o mensalão. Zé Dirceu, que passava pelo corredor, ao ouvir “mensalão” entra espavorido no salão e dá um murro na mesa. Lula assusta-se com o murro, e a reunião acaba repentinamente. Quando o deputado sai debaixo da mesa, não é possível deixar de notar o embaraço de todos os presentes.
Na despedida, brotam lágrimas dos olhos do presidente quando ele abraça fraternalmente o deputado e murmura em seu ouvido: “Foi sem querer. Ele entrou de repente e bateu na mesa... Eu assustei”.
O deputado Roberto Jefferson tentou engolir seco, mas ficou com aquilo travado na garganta. E passa seus dias gargarejando e jurando vingança, enquanto empunha febrilmente uma gravata manchada.
Dizem que o poder é excitante, e que sexo e poder sempre estarão relacionados. Mas a mistura pode ser perigosa: nos Estados Unidos, o caso Lewinsky fomentou o moralismo conservador e hipócrita que levou George Bush à vitória. No Brasil, espero não sermos levados pela mesma onda. Em todo caso, não seria muito pedir ao presidente que preservasse sua vida sexual afastada dos interesses do país.

Fábio Rocha Reis